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O idoso e a Psicologia – amigos para sempre!

É muito importante a contribuição da psicologia no processo de envelhecimento do ser humano – sobretudo no auxílio das práticas clínicas com o idoso. É natural que o passar do tempo faça mudanças no nosso desenvolvimento. As diversas perdas não podem ser descartadas do nosso consciente. Quando tudo atrapalha a rotina diária é preciso atenção de quem cuida do idoso. Daí entra em campo a psicologia na figura de um profissional gabaritado. O idoso precisa de um ouvinte muito além dos amigos e da família – aliás, todos nós. Um psicólogo vai conduzi-lo com ferramentas adequadas à sua compreensão conservando sempre suas memórias sem prejudicá-lo mentalmente em sua realidade. Por isso, não se assuste, pois o tempo vai impor limites e precisamos de preparação muito antes de chegar a ser um idoso.  Não vamos nos render às barreiras que vão surgir, temos que aprender a fazer delas um grande aprendizado…

No relógio da vida, formas de não envelhecer

Será que é possível não envelhecer? Cada vez mais é evidente a busca pelas fórmulas mágicas anti envelhecimento. Uma das áreas da medicina que mais cresce é a das cirurgias plásticas. Parece sem lógica, mas ninguém quer envelhecer. Para isso, a única saída é morrer cedo. Pois ainda não inventaram nenhum medicamento que faça com que as células do corpo permaneçam eternamente jovens – mas acredito que não demora pra isso acontecer. Todo ser humano, se pudesse, voltaria no tempo para não envelhecer. Napoleon Hill, em suas pesquisas sobre os medos do ser humano, descobriu, com mais de quinze mil entrevistas pelo mundo, que na escala destes medos, o da velhice é um dos que mais perturba o ser humano. O apego à juventude é percebido quando os cinquentões começam a usar calça jeans e tênis, começam a pintar o cabelo e o bigode. Quando as quarentonas continuam usando as…

Narcisismo e o medo de envelhecer: uma sociedade sem futuro

Narcisismo e o Medo de Envelhecer: uma sociedade sem futuro! Sócrates andava pelo mercado de Atenas e perguntaram-lhe o que fazia. Ele respondeu: “Estou apenas observando todas as coisas de que não preciso para ser feliz”. As instituições e as figuras de autoridades (pai e mãe) foram desmoralizadas em nossa cultura moderna, cedendo lugar aos novos heróis: a mídia, a propaganda, o entretenimento e as celebridades. Vivemos em uma sociedade de espetáculo, dominada pela aparência, e que “encontrou” no consumo a “salvação” para todos os males. Temos uma sede insaciável de consumo e, por mais que se possua novos objetos, não conseguimos saciar a compulsão de obter cada vez mais. A sensação de vazio e a falta de perspectivas, aliás, é uma característica marcante do Homem atual, que vive em função dos seus desejos. O narcisismo é considerado um dos estudos mais importantes de Freud e um dos fatores centrais…

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