Você sofre de síndrome do pânico? Saiba como identificar!

Um ataque de pânico é uma onda repentina de ansiedade e medo intenso.

Seu coração aperta e você não consegue respirar. Você pode até sentir que está morrendo ou ficando louco, isso quando não sente tontura e perde os sentidos durante alguns minutos…

Sem tratamento, os ataques de pânico levam à síndrome e outros problemas. Eles podem até fazer com que você se isole de seus amigos, familiares e de suas atividades normais. Mas os ataques de pânico têm chances de cura e quanto mais cedo você procurar ajuda, melhor. Com o tratamento adequado, você pode reduzir ou eliminar os sintomas e recuperar o controle de sua vida.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE MEDOS NORMAIS E ATAQUES DA SÍNDROME DO PÂNICO?

 O estresse baseado no medo é uma experiência comum que ocorre quando enfrentamos algo desconhecido ou algo que nos faz sentir desconfortáveis. É parte da nossa resposta dos sistemas nervosos para uma ameaça real ou possível. Ela nos prepara para lutar ou fugir.

O pânico é uma intensa onda de medo caracterizada por ser inesperada e debilitante, e por deixar a pessoa profundamente imobilizado. Os ataques de pânico, muitas vezes, desencadeiam-se, sem aviso prévio. Pode não haver motivos claros para o ataque.

Um ataque de pânico pode acontecer uma única vez, mas muitas pessoas experimentam episódios repetidos. Quando recorrentes, muitas vezes, são desencadeados por uma situação específica, como atravessar uma ponte ou falar em público – especialmente se essa situação já causou um ataque de pânico antes. Esses episódios se desenvolvem de forma abrupta, atingindo seu pico em cerca de 10 minutos. A maioria dos ataques de pânico termina dentro de 20 a 30 minutos.

Normalmente, a situação de indução de pânico é aquela em que você se sente em perigo, incapaz de escapar.

Os ataques de pânico costumam se manifestar em situações isoladas, quando se está longe de casa em situação de vulnerabilidade. Mas também acontecem a qualquer momento e em qualquer lugar.

Embora seja menos comum, é possível ter um ataque de pânico em situações do cotidiano, como por exemplo: enquanto está fazendo compras, andando pela rua, ou dirigindo.

 

Os sintomas da síndrome do pânico incluem alguns sinais:
  • Falta de ar ou hiperventilação
  • Palpitações cardíacas ou coração de corrida
  • Dor no peito ou desconforto
  • Tremor
  • Sentimento de bloqueio
  • Sentindo-se excluído ou separado do seu entorno
  • Sudorese
  • Náusea ou dor de estômago
  • Tonteira, leve ou fraca.
  • Adormecimento ou sensações de formigamento
  • Medo de morrer, perder o controle ou enlouquecer.

 

A maioria dos sintomas de um ataque de pânico são físicos. Muitas vezes, a intensidade dos sintomas é tão grande que a pessoa pode achar que está tendo um ataque cardíaco.  É muito comum, inclusive, pessoas que sofrem de ataques de pânico procurarem o médico, ou a sala de emergência, por acreditarem ser um problema físico que pode levar a morte. É importante excluir possíveis causas físicas de sintomas, como palpitações cardíacas ou dificuldade em respirar, Depois de excluídas as causas físicas, é constante, o pânico ser negligenciado e até escondido por preconceito.

APRENDA A DIFERENCIAR ATAQUE DE PÂNICO DE ATAQUE CARDÍACO*

A crise de pânico geralmente tem duração de dez a vinte minutos, sendo que o componente principal é o medo. E a arritmia?

*Arritmias cardíacas são qualquer variação do ritmo cardíaco (seja na irregularidade, seja na “velocidade” ou frequência, medida em batimentos por minuto). Frequências acima de 100 ou abaixo de 60 batimentos por minuto, sem justificativa para tal, são chamadas arritmia.

Os sintomas são geralmente desmaios, palpitações, tonturas ou episódios mais graves, como apresentando parada cardíaca ou morte. As arritmias cardíacas geralmente nascem de alguma variação na parte elétrica do coração eletrocardiograma, holter, que pode ser observada por ou ecocardiograma.

Algumas arritmias são ainda paroxísticas – ou seja, aparecem e desaparecem não deixando traços nos exames feitos em momentos em que o paciente está bem. Nessas situações, é difícil fazer o diagnóstico e diferenciar pânico de arritmia.

 

Se você tem algum desses sintomas, procure ajuda, tem cura!

 Assista ao vídeo do Dr. Drauzio Varella

https://www.youtube.com/watch?v=thsBnZyUJns

 

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