Hoje, 10 de dezembro, comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) com a Declaração Universal dos Direitos Humanos no Palais de Chaillot, em Paris.

A partir desse período em 1948 todos nós deveríamos ser protegidos por essa Declaração Universal. Mas em tempos conturbados quais direitos que qualquer pessoa pode esperar e exigir simplesmente por ser humano?

Apesar da resposta da minha interrogação poder ser direta com a palavra “todos”, foco neste dia nos direitos do idoso, porque são mais vulnerárias à nossa ajuda.

Por isso, chamo a atenção dos leitores para essa faixa etária que tanto vem sendo desprestigiada pela população brasileira, começando principalmente pelas famílias. Deixo aqui dois itens do Estatuto do Idoso, destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos:

• “O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.”

• “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.”

Vamos refletir sobre tudo?

Aproveite para repensar a sua maneira de agir com o idoso se algo a partir de sua leitura sirva para uma radical mudança no ser humano que é você. Ainda dá tempo!

 

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