Mal de Parkinson – o que é 

O Mal de Parkinson ou  Doença de Parkinson é uma doença neurológica, degenerativa, crônica e progressiva que ocorre, em sua maioria, em pessoas acima de 65 anos. Como toda célula, os neurônios também possuem uma determinada vida útil, porém, ao contrário das demais, ela não se regenera com o tempo. Isso faz com que o sistema nervoso sofra degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra. Consequentemente, gera deficiência de dopamina, neurotransmissor que possui a função de controlar os movimentos finos e coordenados das pessoas.

A doença não possui cura e nem prevenção, porém com as formas de tratamento disponíveis, é possível controlar os sintomas apresentados por ela.

Além dos medicamentos indicados pelos neurologistas, existe uma série de atividades que ajudam o portador a ter um cotidiano mais suave.

 

Seguem 8 indicações de atividades para portadores                           do Mal de Parkinson

Exercícios diários com o objetivo de executar movimentos automáticos, é necessário treino. Os movimentos então passarão a ser feitos de maneira consciente, e não automática. O portador da doença deve fracionar os movimentos, prestando atenção em cada gesto. Para ele não é mais simplesmente andar, é levantar uma perna, colocá-la para frente, depois levantar a outra perna e assim por diante.

Musculação – fazer musculação durante uma hora, duas vezes por semana, pode melhorar a coordenação motora de pessoas com Parkinson. As consequências geradas pela doença incluem perda e redução da força muscular, além da rigidez dos músculos. A musculação consegue reverter esses problemas e melhorar a estabilidade da caminhada.

Tai Chi Chuan – A prática do exercício duas vezes por semana durante 60 minutos ajuda os pacientes a manter o equilíbrio e fazer movimentos com mais precisão. O tai chi chuan promove mobilidade, equilíbrio e estabilidade aos portadores de Parkinson. Esse conjunto de habilidades acaba gerando mais autonomia para execução das atividades diárias e diminuindo o risco de quedas.

Origami – Em fases mais avançadas da doença, o paciente pode ter dificuldades de abotoar uma camisa, escrever ou pegar coisas usando apenas dois dedos. A prática do origami estimula a motricidade e dá mais precisão aos movimentos, tornando essas atividades mais fáceis.

Ginástica facial – Outro fenômeno comum da doença de Parkinson é a perda de expressão facial, resultado da rigidez muscular. Exercícios como os da ginástica facial podem ajudar o paciente na recuperação dos movimentos das sobrancelhas ou boca.

Exercitar a fala – O portador de Parkinson pode apresentar dificuldade para engolir e alterações na fala, como a gagueira. Podem ser feitos exercícios para coordenar a respiração e a fala do paciente a fim de que ele supere essas dificuldades. Aulas de canto e leitura em voz alta, com a orientação de um fonoaudiólogo, também são úteis para superar dificuldades orais.

Exercitar a mente – O paciente com Parkinson pode apresentar problemas de memória e raciocínio. Por isso é importante trabalhar a mente do paciente com Parkinson com jogos, aulas de música e leitura, por exemplo.

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